Ler, escrever e… programar. A evolução da nova BNCC

Educação e Tecnologia.

Por: professor Francisco Isidro Massetto


Enquanto, no passado, discutíamos o papel da tecnologia como recurso nas salas de aula, hoje falamos sobre como torná-la disciplina fixa no sistema de ensino. Em 2017, foi instituída a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e a referência à integração do pensamento computacional ao currículo escolar. Cultura digital foi apontada como uma das dez competências gerais definidas pela BNCC, que sugere que os alunos compreendam, utilizem e criem tecnologias digitais de forma crítica, significativa e ética para comunicação, acesso e produção de informações e conhecimentos, resolução de problemas e realização de protagonismo e autoria.
Essa inclusão representa um avanço e tanto para a formação de uma nova geração que não será mais composta por usuários de tecnologia e sim por provedores de novas soluções para atender as demandas de um mercado 100% digital por novas ferramentas, sistemas e aplicativos.
Em breve, todos os alunos que estão passando ou passarão por essas experiências farão parte de um mercado no qual instituições financeiras e bancos, por exemplo, já registram um aumento significativo na busca por profissionais com pensamento computacional para áreas que não estão especificamente relacionadas à programação, justamente por conta desta visão sistêmica, de etapas e lógica.  
E além do conhecimento técnico, eles terão desenvolvido ao longo desta jornada educativa, habilidades empregadas em diversas atividades do dia a dia, como a organização do raciocínio, disciplina, separação de tarefas e determinação de objetivos de curto, médio e longo prazo.

programação na escola

Fonte: http://www.revistaeducacao.com.br/programacao-na-escola/

Redação , 11 de dezembro de 2018